domingo, 28 de agosto de 2016

Essa gente não sabe o que é vergonha na cara



Diz a senadora Maria de Fátima Bezerra (PT-RN) sem nem sequer a sombra do enrubescimento:
"Não é uma presidenta qualquer. É uma mulher que traz no corpo as marcas da tortura que sofreu por defender a democracia no Brasil"

Mas em salvação ao bom senso, à ética e à responsabilidade, principalmente com a história, vem a Doutora Janaína Conceição Paschoal, e esta sim, uma Mulher, com M maiúsculo, porque além de corajosa, é uma mulher que tem vergonha na cara, e diz:
"Senadora, a Dilma em sua época de guerrilheira, não lutou pela democracia, e sim pela ditadura do proletariado"

Fico feliz em verificar, que alguém neste país, ainda tem compromisso com a verdade.
Meus parabéns dra Janaína Conceição Paschoal, vemos nesta situação, que além de tudo o mais, a idade não interfere no conhecimento, até porque a senhora é bem mais jovem, porém não obtusa, como a primeira. Mas a obtusidade parece ser elemento fundamental para pertencer aos quadros da quadrilha operante no território nacional. - (ely silmar vidal)

O adeus da feroz torturadora da verdade e do idioma



Neste 29 de agosto, o país verá em ação a Dilma que diz frases sem pé nem cabeça até quando lê e a Dilma que não diz coisa com coisa quando desanda no improviso

A pior oradora de todos os tempos protagoniza derrapagens espetaculares até quando está lendo discursos encomendados a quem consegue juntar sujeito e predicado. Foi assim em dezembro de 2009, durante a Conferência do Clima promovida em Copenhague, quando a chefe da Casa Civil do governo Lula surpreendeu o mundo com a notícia assombrosa: "O meio ambiente é, sem dúvida, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável", recitou Dilma Rousseff sem tirar os olhos do papel. E foi em frente. Como não se corrigiu, não se explicou e nem pediu desculpas, continua valendo o que disse.

Em agosto de 2013, numa visita a Campinas, Dilma começou a ler à tarde o discurso escrito para ser lido à noite. Ela contava a sofrida saga de "uma mulher que estudou até a quinta série do curso fundamental porque vivia na roça com mais nove irmãos e não teve condições de continuá estudano" quando se deu conta de que aquilo era para mais tarde. "Mas essa mulher eu vou tratá dela no próximo… na próxima cerimônia que eu vou participá aqui em Campinas que é a formação do Bolsa Família", informou. Dado o aviso, desandou a explicar por que "a casa própia é muito importante". Isso mesmo: "própia".

Se a Dilma dos discursos escritos é uma oradora de alta periculosidade, a Dilma dos palavrórios de improviso é uma selvagem serial killer da retórica. Neste 29 de agosto, a transmissão pela TV Senado do depoimento da presidente agonizante permitirá que milhões de brasileiros acompanhem ao vivo a primeira e última apresentação conjunta dessas duas Dilmas. A que diz frases sem pé nem cabeça até quando lê vai caprichar num falatório fantasiado de Auto da Injustiçada. A que não diz coisa com coisa quando improvisa vai responder a perguntas dos senadores.

Dilma garante que foi ela quem resolveu defender-se pessoalmente no Senado. Como nenhum dos áulicos que seguem frequentando o palácio assombrado ousou apresentar-lhe os perigos da ideia de jerico, a performance da segunda-feira vai atestar que o impeachment livrará o Brasil, simultaneamente, de uma recordista mundial de incompetência, de uma mentirosa compulsiva e de uma torturadora da língua portuguesa.

Ela seria poupada desse vexame derradeiro se a missão impossível fosse repassada aos senadores que permanecem a bordo da embarcação condenada cujo piloto é José Eduardo Cardozo. O texto que inunda com lágrimas de esguicho os golpistas cruéis, por exemplo, deveria ser berrado por Lindbergh Farias, uma gritaria a serviço da pouca vergonha. As réplicas aos senadores favoráveis ao impeachment ficariam por conta dos integrantes da tropa, devidamente municiados com vídeos que registram alguns dos melhores piores momentos da chefe.

Gleisi Hoffmann cuidaria de mostrar que a presidente reincidiu em pedaladas criminosas por ter compreendido que a Lei de Responsabilidade Fiscal é mesquinharia de avarento shakespeariano diante da grandiosidade de um Minha Casa, Minha Vida. Vale tudo para impedir que tão esplêndido programa definhe por falta de verbas — até raspar o cofre do Banco do Brasil. Quem discordar de Gleisi será calado pela exibição do vídeo em que Dilma ensina que uma casa é muito mais que uma casa: "Porque casa é primeiro sinônimo de segurança. Casa, depois, é sinônimo de uma outra coisa muito importante. Um lugar para a gente construir laços afetivos. É ali na casa que o pai e a mãe amam as crianças, dão instruções para as crianças, educam as crianças… e os jovens. É ali na casa também que cumeça… né? Os encontros, os namoros, os noivados, os casamentos".

Em seguida, Vanessa Grazziotin explicaria que a gastança ilegal com obras de infraestrutura só é coisa de meliante juramentado aos olhos de gente que não sabe direito, por exemplo, para que serve uma ponte. É só ouvir o que a presidente diz no vídeo: "Por que o que que é uma ponte? Uma ponte é geralmente, e é algo que nós devemos nos inspirar, porque uma ponte é um símbolo muito forte. Pensem comigo, uma ponte ela une, uma ponte fortalece, uma ponte junta energia, uma ponte permite que você supere obstáculos".

Kátia Abreu provaria que só uma estadista dotada de um sexto sentido pode enxergar as coisas que só Dilma vê — quem mais seria capaz de ver um cachorro oculto por trás de cada criança? No desfecho da contra-ofensiva, Humberto Costa apresentaria o vídeo em que a Mãe do Brasil Maravilha, numa única frase, saúda a mandioca, exalta o milho e anuncia a descoberta da mulher sapiens.

O show do quinteto de patetas faria mais que abreviar em algumas horas o desfecho da chanchada do impeachment. Também obrigaria a nação a apressar a caça a respostas exigidas por duas perguntas perturbadoras. Como pôde o Brasil eleger e reeleger um poste fabricado pelo farsante que oficializou a celebração da ignorância? E como conseguiu o país sobreviver a figuras assim?

-:/veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/o-adeus-da-feroz-torturadora-da-verdade-e-do-idioma/ - Augusto Nunes - 28/08/2016 - foto: Dilma Rousseff na posse à presidência

Por que o príncipe William se agacha sempre que fala com o filho



É uma técnica de educação, chamada de 'escuta ativa', e permite compreender as birras das crianças

A imprensa inglesa, sempre em alerta para os movimentos de sua casa real, raramente deixa escapar algum detalhe. O último que lhe chamou a atenção é por que o príncipe William, da Inglaterra, está de cócoras na grande maioria das fotos em que aparece falando com seu filho, o príncipe George. Nesta posição o vimos no batismo de sua filha mais nova, Charlotte, em um jogo beneficente de pólo e até ao lado do presidente Barack Obama, durante sua visita ao palácio de Kensington. Em um vídeo que se tornou viral nas redes sociais, vê-se como a avó dele, a rainha Elizabeth II, lhe chama a atenção por romper o protocolo durante o desfile aéreo da RAF (Royal Air force), realizado na passagem dos 90 anos da monarca, em junho: "Stand up, William" (Fique de pé, William), disse-lhe, com cara de poucos amigos. William estava fazendo aquilo de novo: havia ficado na altura do menino e, olhando-o nos olhos, respondia a todas as suas perguntas sobre as acrobacias dos aviões, sem pressa e sem se importar que o restante da família já estivesse em pé. Ele não queria dirigir-se ao filho de uma posição superior. Não é nada novo: trata-se de uma técnica de criação denominada Escuta Ativa, um jeito respeitoso de tratar as crianças, para que se sintam realmente ouvidas. A pedagoga Leticia Garcés Larrea a define como "uma forma de comunicação entre os membros da família que vai permitir desenvolver a empatia e ao mesmo tempo proteger os vínculos afetivos".

A primeira vez que se fez alusão ao conceito de "escuta ativa" foi em 1957 pelos psicólogos norte-americanos Carl Rogers e Richard E. Farson e, mais à frente, o também psicólogo Thomas Gordon escreveu o manual para aplicá-lo: Parent Effectiveness Training (técnicas eficazes para os pais). Para a psicóloga e psicoterapeuta Isabel Fuster, mais que uma técnica é uma postura diante da vida, uma forma de escutar as pessoas, de nos colocarmos em seu lugar: "Entre adultos esta comunicação parece mais simples (embora nem sempre sejamos tão empáticos como deveríamos), mas ao tratar com crianças nos deparamos com a dificuldade de que o pequeno não entende o mundo dos mais velhos, cujo principal meio de comunicação é o discurso falado. Até aproximadamente os 12 anos, ele se encontra em um mundo sensorial e perceptivo diferente do nosso."

A prova mais evidente de que estamos escutando-o é o contato visual. Para isso, é preciso se colocar à altura de seus olhos porque a criança se sentirá mais próxima dos pais, além de isso ajudá-la a empatizar com eles e a lhe transmitir calma e serenidade. O que os especialistas destacam é o aspecto emocional desta comunicação: escutar é saber o que a criança sente, não só o que diz.

"Não quero ir à escola porque não sei fazer os exercícios"

Garcés conta como os pais, "muitas vezes, mais que educar, pretendem obter uma obediência imediata e conveniente: 'não faça barulho porque isso me incomoda' ou 'não fique se mexendo que fico nervosa'. Esta necessidade faz com que não cheguemos a analisar o que realmente acontece a nosso filho para encontrar o motivo de seu acesso de raiva. Por que não quer ir à escola? Por que esperneia e chora ao ter de ir embora da festa de aniversário? Se praticamos a escuta ativa talvez descubramos que a criança tem medo de enfrentar um exame para o qual não estudou o suficiente ou que não podia explicar com palavras que não queria sair da festa sem despedir-se de seu melhor amigo".

"Por trás de seu mau comportamento se esconde uma emoção, e uma criança necessita que os pais possam identificar o que é. Se uma criança está quebrando coisas, batendo ou insultando, algo está se passando com ela: está buscando uma solução através de sua ação. Se a ameaçamos ou castigamos antes de compreendê-la, talvez faça o que queremos, mas de um jeito manipulado com o qual aprenderá a ter medo em vez de descobrir o que se passa consigo e como solucionar isso. Uma criança de 4 ou 5 anos não entende ainda as leis da responsabilidade nem tem um pensamento reflexivo, por isso voltará a repetir seus comportamentos", pondera a psicóloga Isabel Fuster.

Seu mau comportamento com você não é algo pessoal

O psicólogo norte-americano especialista em adolescentes e autor de 10 Days to a Less Defiant Child (10 dias para uma criança menos contestadora), Jeffrey Bernstein, explica em seu blog da revista especializada Psychology Today que os pais não devem levar nada para o lado pessoal, sobretudo dos adolescentes ou pré-adolescentes. Para o especialista, os adultos tendem a contestá-los e se enfrentar verbalmente com eles como se estivessem se justificando, sem se dar conta de que o jovem está lutando contra seus próprios problemas, que não são os nossos.

Um dos exemplos com os quais ilustra seu argumento é o seguinte: um pai de um filho problemático de 12 anos passava os dias lhe perguntando infrutiferamente o que havia com ele, por que tinha aquele comportamento, até que decidiu mudar o discurso: "Por favor, filho, preciso entender o motivo por que você está sempre tão zangado". Esta pequena mudança deixou as portas abertas para que o filho refletisse sobre isso. Pouco depois, conta Bernstein, começou a se abrir e a compartilhar seus pensamentos.

"Uma educação condicionante que modifica condutas, provocando o medo ao castigo, às ameaças, aos gritos ou às comparações entre irmãos ('olha que grande está o seu irmão porque comeu tudo, e você, não...'), não produzirá hábitos que permitam desenvolver uma vontade com a qual a criança aprenda a se impor seus próprios limites", afirma Garcés. Ir logo para a cama ou escovar os dentes podem ser regras que a aborreçam e que simplesmente se negue a cumprir. Mas as frases ameaçadoras, como "se você não escova os dentes eles vão cair", vão gravar em seu cérebro o estado alterado dos pais e, de modo algum, a necessidade de uma higiene correta. Fuster insiste em como é importante não ceder diante do castigo, por mais que a sua vida não seja tão relaxada como a do príncipe e os nervos aflorem com mais naturalidade. "Se ao filho custa muito escovar os dentes, melhor é pegá-lo nos braços e dizer-lhe com um sorriso: 'compreendo que seja difícil para você, mas é preciso, querido'", diz.

"A escuta ativa não está livre de pôr limites à criança. Às vezes isso custa, mas é necessário que a criança se frustre, ou se transformará em um tirano (Isabel Fuster, psicóloga)

Isto não é o paraíso

Não se deve confundir esta técnica com um modelo sem limites que transforme a criança em um tirano egocêntrico. Mas, a escuta ativa é compatível com a disciplina? O que acontece se os pais confundem esse tipo de comunicação respeitosa e assertiva com a permissividade mais absoluta, com dar-lhes tudo o que quiserem? Isabel Fuster tem isso claro: "O amor não é sinônimo de fraqueza, nem estabelecer limites é sinônimo de dureza. É preciso estabelecê-los, embora às vezes isso nos custe. Cada casa deve ter valores e os pais devem fazer com que sejam cumpridos, a partir do amor. Evidentemente, a criança se irritará diante das negativas ou obrigações, mas é normal, tem que frustrar-se. Se não tivesse frustrações seria um tirano", recomenda Fuster. Garcés concorda: "Precisamente, para uma família muito permissiva é mais complicado praticar a escuta ativa. Os limites são necessários, a questão é como os colocamos: são para nos ajudar, não para que se tornem uma imposição".

O resultado: adultos mais seguros de si mesmos

E que tipo de adulto será uma criança criada sob a batuta da escuta ativa? "É como se ela gravasse um modelo de comunicação que lhe dissesse: 'Assim é como você deve ser tratada pelas demais pessoas', o que pode chegar a ser uma proteção diante de todo tipo de assédio, já que será mais fácil para ela identificar que o tratamento que está recebendo não é o que merece, e assim o rejeitará", indica a pedagoga.

Pelo contrário, quando uma criança está familiarizada com os gritos e as ameaças, porque é a maneira de se comunicar que conheceu em casa, fora de casa será mais propensa a consentir com os maus-tratos porque não tem interiorizado nenhum sinal que lhe indique que não pode ser abordada desse jeito. É preciso estar aí e lhe dar a segurança de que necessita para tomar suas decisões. "É uma proteção simbólica e, no dia de amanhã, embora os pais já não estejam com ela, terá essa necessidade suprida", recorda Fuster. Essa criança, já um adulto, recordará do pai agachado no seu nível, dando-lhe a entender que até ele, seu sagrado progenitor, desce das alturas para tratá-la como merece: em uma igualdade muito real.

-:/brasil.elpais.com/brasil/2016/08/23/estilo/1471939634_956060.html - Verônica Palomo - 27/08/2016

sábado, 27 de agosto de 2016

Cristo que no princípio é o Verbo, é acima de tudo e de todos



A palavra é fiel, e na boca do profeta, ela penetra até a medula.
Isso é bom, porque revela a palavra e fortalece a obra por ela produzida...

"Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.
Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno." (Hb 4:12-16)

Dessa forma, que devemos sempre estar como cristãos, e não como acusadores, porque não somos nada além de pequenos vasos, que dispostos para o uso por parte do Senhor, Ele próprio, o fará, para louvor, honra e glória do doce, santo e sagrado nome "YHVH".

(ely silmar vidal - skype: siscompar - fones: DDD (041) (TIM) 9820-9599 - (CLARO e Whatsapp) 9821-2381 - (VIVO) 9109-8374 - (OI) 8514-8333 - mensagem 270816 - Cristo que no princípio é o Verbo, é acima de tudo e de todos - imagens da internet)

Que o Espírito Santo do Senhor nos oriente a todos para que possamos iluminar um pouquinho mais o caminho de nossos irmãos, por isso contamos contigo.

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(ficaremos muito gratos que, ao replicar o e-mail, seja preservada a fonte)

leia este texto completo e outros em:

http://www.elyvidal.com.br

#Cojae #Conipsi #Dojae #RádioEvangélica #PortalDaRádio #SantoDosSantos #InstitutoIESS #IgrejaEvangélicaSantoDosSantos

ps: - Caso queira conhecer um pouco acerca do trabalho sobre o qual o Senhor me pôs por despenseiro, visite:
www.elyvidal.com.br - (meu site pessoal)
www.cojae.com.br - (site da convenção COJAE da qual sou presidente)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Semente do Sangue

Olhando o passado eu vejo o sangue na arena
Dos nossos irmãos primitivos, morrendo então
E como se fosse num vídeo, eu vejo as cenas
Dos nossos irmãos devorados por fortes leões
O sangue quente que corria
Como enxurrada pelo chão
Era a semente do evangelho
Era sinal de salvação
Pois cada alma que partia
Ia direto ao paraíso
Mesmo morrendo aos milhões
Pra Deus não era prejuízo

Eu sou a semente do sangue, dos irmãos que morreram sangrando
Pra manter o evangelho vencendo, eles iam morrendo
De Cristo falando
Eu sou a semente do sangue, dos irmãos que tiveram coragem
De enfrentar os açoites e a morte e levar a mensagem

Sei que Tiago foi morto ao ser decapitado
E pedro foi crucificado de forma cruel
Sei que alguns foram mortos ao fio da espada
Sei que também eles estão lá no seio de Deus
Ninguém pensou em ser covarde, morreram mesmo por amor
Não negaram um segundo
Que Jesus Cristo é salvador
Eram firmados na promessa, por Jesus Cristo garantida
Quem for fiel até a morte
Terás a coroa da vida

Eu sou a semente do sangue dos irmãos que
Morreram sangrando pra manter o evangelho
Vencendo, eles iam morrendo
De Cristo falando
Eu sou a semente do sangue dos irmãos que
Tiveram coragem de enfrentar os açoites
E a morte e levar a mensagem
De enfrentar os açoites e a morte e
Levar a mensagem

(Composição: Daniel e Samuel - interpretação de Maria de Fatima Meireles)

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=_jeBlJIIVaw&feature=youtu.be]

O vaso de barro e o soldado valente

O Espírito Santo é um tesouro que é colocado em um vaso de barro, para
que a glória seja do todo poderoso, para que a glória seja de Deus e não
do vaso.
Eu louvo a Deus porque eu sei que muitos realmente são chamados e poucos
são escolhidos, mas existem muitos soldados aí batalhando para poder
chegar e chegará, porque o Senhor é fiel, o Senhor é tremendo, a palavra
do Senhor diz: Esforça-te eu te ajudo.

(pregação de Maria de Fatima Meireles)

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=HFJOTbfc9AE&feature=youtu.be]

cela fria

No fundo de uma cela fria
Estava eu e a solidão
Alegria tinha ido embora eu
esperava a hora da execução
O pranto molhando o meu rosto
E eu revendo os meus pecados
me vi num beco sem saída
pois durante a vida eu fiz tudo
Errado....
Eu sofrendo ali desesperado
chegou um soldado tirou as correntes
e falou pra mim
Você vai se livrar da morte
é seu dia de sorte você pode ir
e ele disse vai em Paz você não
tem mais nenhum motivo pra ficar...
Outra Pessoa vai morrer em seu lugar..
Refrão:
Eu era o Criminoso e Ele era
sem Pecado.
Eu estava sendo solto Ele sendo
Condenado.
Eu era a malícia e Ele era
sem Maldade.
Eu era a Mentira e Ele era
A Verdade
Eu estava em plena Guerra
Ele me trouxe a paz..
Ele era Jesus Cristo.
E eu era Barrabás!!!
Eu sofrendo ali desesperado
Eu era a malícia e Ele era
sem Maldade.
Eu era a Mentira e Ele era
A Verdade
Eu estava em plena Guerra
Ele me trouxe a paz..
Ele era Jesus Cristo.
E eu era Barrabás

(composição: Anderson Barony - interpretação de Maria de Fatima Meireles)

[youtube=https://www.youtube.com/watch?v=yLUM5rklL9U&feature=youtu.be]